jueves, 11 de febrero de 2010

COLEGIO DE ERMESINDE


NUEVAS FORMAS DE EVALUACION DEL MUNDO ECONOMICO

OTROS INDICADORES ECONOMICOS Y SOCIALES
Sábios dizem como mudar nosso olharHá poucas semanas (3/7) foi mencionado aqui o relatório produzido pela chamada Comissão Stiglitz-Sen-Fitoussi, liderada pelos Prêmios Nobel Joseph Stiglitz e Amartya Sen e encarregada pelo presidente da França de definir novos caminhos para avaliar a situação do mundo que superem as limitações dos indicadores apenas econômicos e financeiros - cuja precariedade ficou evidenciada na não-previsão da atual crise global. Seria importante que muitas pessoas tomassem conhecimento dessa primeira versão já trabalhada durante mais de um ano e a discutissem, já que os autores pedem "contribuições da sociedade".O texto começa pela afirmação de que "há grande distância" entre as medidas comumente usadas por especialistas para avaliar importantes variáveis socioeconômicas (como crescimento, inflação, desigualdades sociais, etc.) e a percepção que delas tem a sociedade. O "gap" é tão profundo e universal, diz a comissão, que não pode ser explicado apenas por ilusões monetárias ou pela psicologia humana. Por isso, enfatiza, "o aparato estatístico precisa ser revisto". A começar pela tendência de avaliar o progresso apenas pelo crescimento do produto interno bruto (PIB) - e aí é preciso ver quais são as limitações desse caminho para calcular o desempenho econômico e o progresso social. Em seu trabalho, a comissão tentou listar que informações adicionais precisam ser acrescentadas, de modo a poder apreciar igualmente o bem-estar social e a sustentabilidade (econômica, social, ambiental).Tentar medir tudo isso com apenas um indicador, um número, é inadequado, diz. Adicionar muitos números pode simplesmente gerar confusão. Por isso a comissão escolheu três caminhos:Avaliar as limitações do PIB como indicador de progresso socioeconômico;incluir formatos de avaliação da qualidade de vida;adicionar formatos de avaliação da sustentabilidade do desenvolvimento e do meio ambiente.O problema com o PIB, afirma a comissão, começa em que ele só mede a produção em valores de mercado, mas é comumente encarado como se fosse medida de bem-estar econômico. É um critério que não leva em conta o fato de não existirem preços para certos bens e serviços, como a qualidade dos serviços de saúde e educação, o trabalho doméstico ou em lares que cuidam de crianças e muitos outros. Mas como avaliá-los? O PIB é também um indicador que não considera danos ambientais na produção ou no consumo que não estejam embutidos nos preços de mercado (neste ponto, é inevitável lembrar mais uma vez o falecido secretário nacional do Meio Ambiente José Lutzenberger, segundo quem não há nada melhor para o crescimento do PIB que um terremoto, porque os prejuízos não entram na conta, enquanto as obras de reconstrução o fazem subir). Além disso, há certas mudanças de qualidade muito rápidas - como nas áreas de comunicação e informação, entre outras - que são difíceis de medir e deixam de ser incorporadas. Isso ocorre também com transações por via eletrônica. O resultado final é que o PIB pode superestimar ou subestimar muitas coisas.Cinco caminhos foram então escolhidos nessa tentativa de lidar com as deficiências do PIB:Considerar nas contas nacionais outros indicadores além do PIB;avaliar melhor o desempenho de atividades-chave hoje esquecidas, principalmente serviços de educação e saúde;incorporar nos cálculos atividades domésticas e até valorar o padrão de vida;levar em consideração informações sobre distribuição da riqueza e da renda;e ampliar a avaliação de atividades fora do mercado que hoje não se refletem nas contas nacionais.Um dos exemplos mencionados com mais ênfase é o dos serviços domésticos, que, para a comissão, podem equivaler a 30% do PIB. Atividades de lazer podem valer mais ainda. E seria preciso também levar em conta diferenças hoje esquecidas, como as que separam duas pessoas com a mesma renda - por exemplo, morar em casa própria ou em residência alugada. Ou a depreciação rápida de bens de vida curta, como computadores e softwares, que não podem ser avaliados pelos mesmos critérios de uma usina de fabricação de aço, por exemplo, em geral de vida longa.Mais grave e complicado ainda é não levar em conta, hoje, a depleção de recursos naturais já escassos, assim como a deterioração do meio ambiente. São ângulos decisivos na grave crise ambiental enfrentada pelo planeta, mas que não se refletem nas contas do PIB. Como lembra essa comissão, há até lobbies em plena ação para impedir que essas contas sejam feitas, dada a repercussão que terão em certos setores de atividades econômicas.Outro aspecto: as atuais contas, por exemplo, não consideram no PIB remessas de lucros para fora dos países onde foram gerados, que têm forte influência tanto nas contas nacionais como no cálculo da renda total e pessoal. É citado o caso da Irlanda, onde a contabilização desse tipo de remessa reduziria o PIB em 10%. Mais um aspecto: capital humano, que pode significar 80% de toda a riqueza, também não entra nas contas do PIB.Um dos ângulos mais complexos está nos campos da educação e da saúde, na valoração de seus benefícios. Um exemplo dado é a avaliação de recursos aplicados pelos governos em educação: deve-se julgar apenas pelo montante de dinheiro ou pelas transformações resultantes? Como deve ser calculado o investimento por aluno se se decide ter menos alunos por classe e dar-lhes mais qualidade e tempo de ensino?São muitos os ângulos e questões. Vale a pena conhecê-los, acompanhar as discussões, delas participar. Afinal, de encaminhamentos como esse depende a evolução dos nossos modos de avaliar governos e sociedades, encontrar rumos mais adequados para sair da atual crise e assim seguir vida afora.

jueves, 21 de enero de 2010

INTERNET DAS COISAS -A WEB COMEMORA 20 ANOS

Tendências 2010: IDEIAS
No Brasil, 2010 será marcado pelo otimismo na economia e pela expectativa em relação à eleição presidencial. No mundo, a China seguirá crescendo como potência econômica e política -- como provou em Copenhague. Essas e outras tendências são abordadas nas páginas a seguir
TECNOLOGIAA internet das coisas-- Sérgio Teixeira Jr.
A web comemorou seu 20º aniversário em 2009, e nesses primeiros anos de vida o que se viu na rede foi produto do ser humano. Páginas pessoais, lojas de comércio eletrônico, sites de empresas e de governos, redes sociais. Nos próximos 20, o homem vai ser deixado para trás na internet. Mas não se está falando de um futuro sombrio, de submissão do homem à máquina. Pelo contrário. É uma constatação: os sensores estão se acumulando à nossa volta. Eles estão nas novas infraestruturas de energia elétrica (as redes inteligentes), nos sensores instalados em equipamentos industriais, nas redes de telecomunicações. E não são apenas chips: câmeras filmam ruas e estradas 24 horas por dia, sistemas de segurança monitoram residências e empresas. Alguns deles já estão conectados e muitos outros vão plugar-se à rede criando uma nova e valiosíssima coleção de informações que vai se fundir com a internet que conhecemos -- e transformá-la para sempre. "A oportunidade da web não está mais crescendo de forma aritmética. Está crescendo exponencialmente", escreveram recentemente num artigo John Batelle e Tim O’Reilly, gurus do Vale do Silício que cunharam o termo web 2.0. "O fósforo foi riscado entre 1999 e 2004. Entre 2005 e 2009 pôs-se fogo no pavio. Em 2010, acontecerá a explosão."
Essa "internet das coisas" não está no futuro distante, e a prova disso provavelmente está dentro de seu bolso agora. Os smartphones, celulares que têm a sofisticação tecnológica de computadores de mesa de cinco anos atrás, são a face mais visível dessa nova revolução que se aproxima. Muitos dos novos aparelhos têm chips de GPS embutidos. Podem transmitir para amigos e familiares a localização do dono em tempo real, o tempo todo. Podem também agregar às fotos tiradas com o celular informações precisas de localização. As coordenadas de georreferenciamento também funcionam na mão inversa. Quem usa o aplicativo do Google no iPhone, por exemplo, pode optar por receber os resultados de busca mais adequados à sua localização. Quer saber onde está o restaurante italiano mais próximo? A resposta será dada pela base de dados do gigante da internet -- com a ajuda do GPS de seu smartphone. Quer saber mais sobre uma garrafa de vinho na prateleira do supermercado? Basta tirar uma foto do rótulo e submetê-la a um serviço na web. A resposta terá opiniões de outros enófilos, além de uma comparação de preços: uma loja a duas quadras tem a mesma garrafa por um preço 20% mais baixo.
As máquinas também vão conversar entre si -- e, com a ajuda de grandes sistemas computacionais, as informações desse diálogo serão processadas e traduzidas em benefícios para o ser humano. O primeiro grande passo será dado com as redes elétricas inteligentes, uma das principais áreas de investimento em 2010. Os antigos medidores analógicos serão gradualmente substituídos por sistemas digitais, conectados pela internet com a fornecedora de eletricidade. Isso vai permitir, por um lado, mais controle às empresas elétricas. Hoje, elas dependem das reclamações dos clientes para saber quando o fornecimento foi interrompido em uma rua. Com as redes inteligentes, o aviso será disparado automaticamente. Do lado do consumidor, o benefício inicial virá nas contas. Com informações mais precisas sobre os horários de pico de consumo, as empresas elétricas poderão oferecer preços diferenciados de acordo com a hora do dia. Os eletrodomésticos com chips embutidos representam uma segunda fase. Processadores e rádios de comunicação sem fio caem de preço vertiginosamente. Uma estimativa dá conta de que antes do fim da próxima década haverá, para cada pessoa do planeta, mil objetos equipados com chip e sistemas de comunicação sem fio. A conta de luz provavelmente deixará de existir. Em seu lugar haverá um painel de controle, disponível em tempo real na web, mostrando quais são os aparelhos que mais consomem eletricidade e qual é o horário mais conveniente -- ou seja, mais barato -- para ligar a lava-louça, por exemplo.
A internet das coisas também poderá melhorar o trânsito. Já há sistemas de navegação de carros que transmitem em tempo real informações sobre o andamento dos veículos. Mostrados num mapa, eles são uma indicação fiel das condições de trânsito. A saúde se prepara para uma revolução. Sistemas de monitoramento remoto de pacientes vão transmitir dados em tempo real. Estamos apenas começando a vislumbrar os benefícios de ter o mundo dos homens -- e das coisas -- conectado pela web.

domingo, 3 de enero de 2010

CURSOS ESPECIALIZADOS DE LA FCVB

FUNDACION CULTURAL VENEZUELA BRASILCURSOS ESPECIALIZADOS DE COMERCIO BIILATERALLa Fundacion Cultural Venezuela Brasil esta preparando para el Prmer Semestre los siguentes Cursos de especializacion y profesionales en el ambito de Comercio Exterior : Como Hacer Negocios con Brasil , 2 ) Como entrar e posicionarse en el mercado del Norte de Brasil ; 3 ) Plan de Negocios B para importar de Brasil, 4) Oportunidades de Negocios para la Importacion de alimentos de Brasil , 5). Quien es quien en el mercado de maquinas y equipamentos de Brasil6.Ventajas y desvantajas de pertenecer al Mercosur. Dictados Pof F Portela Y Roberto Aloy.Publicado por FC VENEZUELA BRASIL en 18:41Cursos Avanzados - Conversación de NegociosDirigido a: Profesionales en áreas de administración, negocios, gerencia general, exportaciones e importaciones, inversionistas, traders, miembros de organismos internacionales, etc. Programas AvanzadosA.- Programa de PortuguésPara venezolanos y otras nacionalidades en vía de traslado a BrasilOpciones: Duración (60Hs y 48Hs) B.- Programas Específicos -En Portugués (en Vía de Traslado) B.1.- P/ Bancos y Negocios (30Hs) B.2.- P/ Conversación Comercial Brasilera (30Hs) B.3.- P/ Conversación General a Empresarios y Gerentes (30Hs) C. Cursos de Mercadeo Y Economía Brasilera :Dirigido a: Profesionales de negocios, exportadores e importadores, inversionistas, ventas y mercadeo, etc. 1.- Atlas del mercadeo brasilero (9Hs)2.- El Norte y Nordeste de Brasil un Mercado de Oportunidades (9Hs) 3.- El Mercado Proveedor Brasilero (9Hs) 4.- Mercadeo Internacional Brasil; Un mercado emergente (9Hs) 5.- El Desarrollo Agrícola Brasilero y el Aporte a las oportunidades de agronegocios Venezolanos (6Hs) 6.- El Polo Industrial de Manaus y la Zona Franca y SUFRAMA (3Hs) 7.- Santa Elena de Uairen y la Puerta al MERCOSUR (3Hs)D. Cursos Diversos Administrativos Dirigido a: Exportadores e importadores, inversionistas, ventas , mercadeo, etc.1.- El Comercio exterior brasilero, sistema tributario (3Hs) 2.- El sistema de comercio exterior brasilero (Siscomex) (3Hs) 3.-Acuerdos y convenios Brasil – Venezuela (3Hs) 4.- Como invertir en Brasil (3Hs) 5.- El sistema cambiario brasilero (3Hs) 6.- El Sistema Financiero a las Exportaciones (3Hs) 7.- La Logística en el Comercio Bilateral (3Hs) 8.- Como Importar de Brasil (3Hs)

ORCAMENTO DOS CURSOS - Cursos Especializados (de 9Hs y 3 días seguidos)
Curso (3 Días)-Mínimo de Alumnos: 10,Máximo de Alumnos: 20
I) Oportunidades de Negocios Venezuela – Brasil y Tendencias del Comercio Bilateral.

II) Mercadeo Internacional. Caso Especial Brasil.

III) Atlas del Mercadeo Brasilero, Como hacer negocios con el Norte y el Sur de Brasil.

IV) Comercio Exterior Brasilero y el Sistema Tributario, como calcular precios de exportaciones e importaciones.
Local:Fundacion Cultural Venezuela -Brasil
Hs: de 8:30 a las 12:00Hs AM ó de 5Hs a las 8:30Hs PM
Inscripción: 350.000,00 antes del comienzo del curso.
Curso 9Hs , Mínimo de Alumnos: 10 ,Máximo de Alumnos: 20
Para 10 Participantes
A.- Costos Inmediatos
A.1.- Para la FCVB
Por cada alumno 40.000,00= 400.000,00
A.2.- Para la Cámara Venezolana - Brasilera
Por cada alumno 30.000,00= 300.000,00
Total Costos Inmediatos 700.000,00
B.- Costos Variables
B.1.- Mercadeo (Auxiliar)= 300.000,00
P/Cada Participante 10 x 30.000,00
B.2.- Organizador/ Coordinador y Conferencista= 600.000,00
P/Alumno 60.000,00
B.3.- Otros Conferencistas (2) 300.000,00 ,B.4.- Refrigerio (3 Días) 120.000,00
B.5.- Material Didáctico 190.000,00 ,2.210.000,00
C.- Ingresos Brutos 3.500.000,00 ,Ingresos Netos 1.290.000,00
D.- Distribución Final
D.1.- 50% FCVB 645.000,00 ,D.2.- Cavenbra 322.500,00 ,D.3.- Organizador 322.500,00

Para 20 Participantes :

1.- 20 x 350.000,00= 7.000.000,00
2.- Costos Inmediatos
2.1.- Para el FCVB, 20 x 40.000,00= 800.000,00
2.2.- Para Cavenbra ,20 x 30.000,00= 600.000,00 ,1.400.000,00
3.- Costos Variables
3.1.- Mercadeo (Auxiliar)= 600.000,00 ; 20 x 30.000,00
3.2.- Organizador/ Coordinador y Conferencista= 1.000.000,00
P/Alumno 50.000,00
3.3.- Otros Conferencistas (2) 300.000,00 , 3.4.- Refrigerio (3 Días) 200.000,00
3.5.- Material Didáctico 360.000,00 ;3.860.000,00
4.- Ingresos Netos 3.140.000,00
D.- Distribución Final
D.1.- 50% FCVB- 1.570.000,00 ,D.2.- Cavenbra 785.000,00
D.3.- Organizador 785.000,00

Mínimo 5 Participante US$ 5000
2.- Costos Inmediatos
2.1.- Para laFCVB- 5 x 120= 600,00 US$ ,2.2.- Para Cavenbra 5 x 60= 300,00 US$
900,00 US$
3.- Costos Variables

3.1.- Mercadeo (Auxiliar)= 350,00 US$ .5 x 60.000,00
3.2.- Organizador/ Coordinador y Conferencista= 700,00 US$ 5 x 140
3.3.- Otros Conferencistas (2) 700,00 US$,3.4.- Refrigerio (3 Días) 200,00 US$
3.5.- Material Didáctico 150,00 US$ ,Total Costos 3.000,00 US$
4.- Ingresos Netos 2.000,00 US$
5.- Distribución Final
5.1.- 50% FCVB- 1.000,00 US$ ,5.2.- Cavenbra 500,00 US$
5.3.- Organizador 500,00 US$

domingo, 7 de junio de 2009

COMO ESTUDIAR EN BRASIL ?

LE GUSTARIA ESTUDIAR EN BRASIL?

Participe de los Programas de Estudiantes – Convenio de Graduación PEC-G y de Posgrado PEC-PG
¿QUÉ ES?
Es un programa creado para los niveles de pre y postgrado ofrecido a estudiantes de países en desarrollo que tienen acuerdos con Brasil en materia de cultura, educación, o científico y tecnológico.Las universidades brasileñas participantes del programa ofrecen cupos gratuitos.
¿CUÁNTOS PUEDEN PARTICIPAR?
Todos los que quieran. No hay cuotas de cupos por país.
¿CUÁNDO?
Todos los años, entre abril y junio (PEC-G) y mayo y julio (PEC-PG), las inscripciones están abiertas en las representaciones diplomáticas brasileñas de su país
¿CÓMO?
El estudiante deberá entregar en las representaciones diplomáticas de Brasil en su país, los formularios de inscripción y los demás documentos solicitados
¿QUIÉN PUEDE PARTICIPAR?
Todos los que cumplan los siguientes requisitos:
.- No ser brasileños ni hijos de brasileños;.- Tener el Certificado de Proficiencia en Lengua Portuguesa para Extranjeros CELPE-Bras.
Requisitos del PEC-G:
.- Edad entre 18 y 23 años;.- Haber concluido el curso secundario u equivalente con el mínimo de 60% de promedio;.- Comprobar medios para mantenerse en Brasil.
Requisitos del PEC-PG:
.- Los que completaron su curso de grado;.- Los que tengan su proyecto de investigación aceptado por una universidad brasileña.
Los ex estudiantes del Programa PEC-G tienen que comprobar haber permanecido en su país de origen por dos años.
¿QUÉ ES EL CELPE-BRAS?
Es un examen oficial del Ministerio de Educación brasileño para certificar la habilidad en comunicación oral y escrita en el idioma portugués hablado en Brasil. El examen se realiza simultáneamente en los Centros de Estudios Brasileños (CEB) en todo el mundo.
¿POR QUÉ PARTICIPAR EN LOS PROGRAMAS?
Para tener la oportunidad de:
.- Hacer cursos universitarios de la más alta calidad en algunas de las mejores universidades brasileñas;.- Poder eligir a partir de una amplia variedad de cursos;.- Incrementar su experiencia cultural;.- Desarrollar una visión amplia de otros países y culturas;.- Conocer profesionalmente personas de varios países;.- Contribuir para el desarrollo de su país.
En el caso del PEC-PG, beca de valor igual a la del estudiante brasileño; billete aéreo de retorno al país de origen (para el becario que haya concluido el curso);
¿QUÉ DICEN SOBRE EL PEC-G?
"Siento que estoy por cumplir mi meta, ser una profesional, dejar en alto el nombre de mi países y sobretodo, realizarme como persona".Cynthya Martinez Chamba, Perú, 2008, UNESP
"Tuve una acogida de profesores y alumnos que no esperaba, pues era el único extranjero en la clase. Haber estudiado en Brasil me abrió muchas puertas en el Perú"Julio Diaz Valverde, Perú, radiólogo ecografista, UFF - (1951-1957)
"Siempre habrá algo inimaginable que nos espera: el crecimiento intelectual, los amigos… los amores, los maestros y las experiencias que pasarán a formar parte de nuestra vida". Manuel Guerrero Zegarra, Perú, UFBA, Maestría en Teatro.
"Mi experiencia en Brasil fue extremamente rica no sólo en el ámbito intelectual (por la alta calidad de las universidades brasileñas), también el ámbito personal. La convivencia con compañeros brasileños y de otras nacionalidades que eligen Brasil para su desarrollo profesional, ayuda a comprender el otro y conocerse más profundamente".HUMBERTO Meza, nicaragüense, Maestro en Ciencia Política por la Universidad de Campinas I2001-2003)

¿DÓNDE CONTACTARNOS?
Ministério das Relações Exteriores - MRE Divisão de Temas Educacionais - DCEwww.dce.mre.gov.br/PECs/Estudante-Convênio.htm
Ministério da Educação - MECwww.mec.gov.br/pecg
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES www.capes.gov.br/cooperação-internacional/multinacional/pec-pg
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq www.cnpq.br/programas/coopint/pec-pg.htm
CELPE-BRAShttp://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12270&ativo=519&Itemid=518

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viernes, 6 de marzo de 2009

PAINEL SOBRE A CRISE FINANCEIRA NO MUNDO

Parabens pela entrevista. Somos da UNIVERSIDADE DA AMAZÕNIA e estamos interessado em fazer contatos com DELFIM NETO para ser conferencista no PAINEL SOBRE A CRISE FINANCEIRA NO MUNDO, mais particularmente o impacto da crise norteamericana sobre a economia mundial e a ecnomia brasileira.Se tiverem o email, ou fone do Prof. Dr. DELFIM NETO nos remetam por gentileza.prof.jose stenio - UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA.o eveto será no dia 21.10.2008 ou 22.10.2008 ou em data adquada à agenda do prof. DELFIM NETO.fone: 021.91.9902.6178fone da coordenação do curso de economia da UNAMA - 021.91.4409.9351

jueves, 1 de enero de 2009

NOVA ORTOGRAFIA DA LINGUA PORTUGUESA

1 de Janeiro de 2009 - 12h07 - Última modificação em 1 de Janeiro de 2009 - 13h28
Confira as principais regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa Morillo Carvalho Repórter da Agência Brasil



Brasília - Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa essas são as novas formas de se escrever. O documento unifica o idioma em todos os países que o adota e começa a valer hoje (1º) no Brasil. Até dezembro de 2012, a forma atual também é aceita. O resumo tem como colaboradora a professora Stella Bortoni, linguista da Universidade de Brasília (UnB). Confira:ALFABETOHoje tem 23 letras, agora passa a ter 26. O k, w e y voltam ao alfabeto oficial, porque o acordo entende que é um contra-senso haver nomes próprios e abreviaturas com letras que não estavam no alfabeto oficial (caso de kg e km). Além disso, são letras usadas pelo português para nomes indígenas (as línguas indígenas são ágrafas, mas os linguistas estudiosos desses idiomas assim convencionaram). Na prática: nenhuma palavra passa a ser escrita com essas letras - "quilo" não passa a ser "kilo" - por serem "pouco produtivas" ao português, na opinião da linguista.SOMEM DA ORTOGRAFIATrema: somem de toda a escrita os dois pontos usados sobre a vogal "u" em algumas palavras, mas apenas da escrita. Assim, em "linguiça", o "ui" continua a ser pronunciado. Exceção: nomes próprios, como Hübner.Acento diferencial: também desaparecem da escrita. Portanto, pelo (por meio de, ou preposição + artigo), pêlo (de cachorro, ou substantivo) e pélo (flexão do verbo pelar) passam a ser escritos da mesma maneira. Exceções: para os verbos pôr e pode - do contrário, seria difícil identificar, pelo contexto, se a frase "o país pode alcançar um grande grau de progresso" está no presente ou no passado.Acento circunflexo: Desaparece nas palavras terminadas em êem (terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo de crer, ver, dar...) e em oo (hiato). Caso de crêem, vêem, dêem e de enjôo e vôo.Acento agudo:1 - Nos ditongos abertos éi e ói, ele desaparece da ortografia. Desta forma, "assembléia" e "paranóia" passam a ser assembleia e paranoia. No caso de "apóio", o leitor deverá compreender o contexto em que se insere – em "Eu apoio o canditato Fulano", leia-se "eu apóio", enquanto "Tenho uma mesa de apoio em meu escritório" continua a ser escrito e lido da mesma forma.2 - Desaparecem no i e no u, após ditongos (união de duas vogais) em palavras com a penúltima sílaba tônica (que é pronunciada com mais força, a paroxítona). Caso de feiúra.USO DO HÍFENDeixa de existir na língua em apenas dois casos:1 - Quando o segundo elemento começar com s ou r. Estas devem ser duplicadas. Assim, contra-regra passa a ser contrarregra, contra-senso passa a ser contrassenso. Mas há uma exceção: se o prefixo termina em r, tudo fica como está, ou seja, aquela cola super-resistente continua a resistir da mesma forma.2 - Quando o primeiro elemento termina e o segundo começa com vogal. Ou seja, as rodovias deixam de ser auto-estradas para se tornarem autoestradas e aquela aula fora do ambiente da escola passa a ser uma atividade extraescolar e não mais extra-escolar.EM PORTUGALCaem o "c" e o "p" mudos, como "óptimo" e "acto". Passam a ser grafadas como o Brasil já fazia. Palavras como "herva" e "húmido" também passam a ser escritas como aqui: erva e úmido.