LE GUSTARIA ESTUDIAR EN BRASIL?
Participe de los Programas de Estudiantes – Convenio de Graduación PEC-G y de Posgrado PEC-PG
¿QUÉ ES?
Es un programa creado para los niveles de pre y postgrado ofrecido a estudiantes de países en desarrollo que tienen acuerdos con Brasil en materia de cultura, educación, o científico y tecnológico.Las universidades brasileñas participantes del programa ofrecen cupos gratuitos.
¿CUÁNTOS PUEDEN PARTICIPAR?
Todos los que quieran. No hay cuotas de cupos por país.
¿CUÁNDO?
Todos los años, entre abril y junio (PEC-G) y mayo y julio (PEC-PG), las inscripciones están abiertas en las representaciones diplomáticas brasileñas de su país
¿CÓMO?
El estudiante deberá entregar en las representaciones diplomáticas de Brasil en su país, los formularios de inscripción y los demás documentos solicitados
¿QUIÉN PUEDE PARTICIPAR?
Todos los que cumplan los siguientes requisitos:
.- No ser brasileños ni hijos de brasileños;.- Tener el Certificado de Proficiencia en Lengua Portuguesa para Extranjeros CELPE-Bras.
Requisitos del PEC-G:
.- Edad entre 18 y 23 años;.- Haber concluido el curso secundario u equivalente con el mínimo de 60% de promedio;.- Comprobar medios para mantenerse en Brasil.
Requisitos del PEC-PG:
.- Los que completaron su curso de grado;.- Los que tengan su proyecto de investigación aceptado por una universidad brasileña.
Los ex estudiantes del Programa PEC-G tienen que comprobar haber permanecido en su país de origen por dos años.
¿QUÉ ES EL CELPE-BRAS?
Es un examen oficial del Ministerio de Educación brasileño para certificar la habilidad en comunicación oral y escrita en el idioma portugués hablado en Brasil. El examen se realiza simultáneamente en los Centros de Estudios Brasileños (CEB) en todo el mundo.
¿POR QUÉ PARTICIPAR EN LOS PROGRAMAS?
Para tener la oportunidad de:
.- Hacer cursos universitarios de la más alta calidad en algunas de las mejores universidades brasileñas;.- Poder eligir a partir de una amplia variedad de cursos;.- Incrementar su experiencia cultural;.- Desarrollar una visión amplia de otros países y culturas;.- Conocer profesionalmente personas de varios países;.- Contribuir para el desarrollo de su país.
En el caso del PEC-PG, beca de valor igual a la del estudiante brasileño; billete aéreo de retorno al país de origen (para el becario que haya concluido el curso);
¿QUÉ DICEN SOBRE EL PEC-G?
"Siento que estoy por cumplir mi meta, ser una profesional, dejar en alto el nombre de mi países y sobretodo, realizarme como persona".Cynthya Martinez Chamba, Perú, 2008, UNESP
"Tuve una acogida de profesores y alumnos que no esperaba, pues era el único extranjero en la clase. Haber estudiado en Brasil me abrió muchas puertas en el Perú"Julio Diaz Valverde, Perú, radiólogo ecografista, UFF - (1951-1957)
"Siempre habrá algo inimaginable que nos espera: el crecimiento intelectual, los amigos… los amores, los maestros y las experiencias que pasarán a formar parte de nuestra vida". Manuel Guerrero Zegarra, Perú, UFBA, Maestría en Teatro.
"Mi experiencia en Brasil fue extremamente rica no sólo en el ámbito intelectual (por la alta calidad de las universidades brasileñas), también el ámbito personal. La convivencia con compañeros brasileños y de otras nacionalidades que eligen Brasil para su desarrollo profesional, ayuda a comprender el otro y conocerse más profundamente".HUMBERTO Meza, nicaragüense, Maestro en Ciencia Política por la Universidad de Campinas I2001-2003)
¿DÓNDE CONTACTARNOS?
Ministério das Relações Exteriores - MRE Divisão de Temas Educacionais - DCEwww.dce.mre.gov.br/PECs/Estudante-Convênio.htm
Ministério da Educação - MECwww.mec.gov.br/pecg
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES www.capes.gov.br/cooperação-internacional/multinacional/pec-pg
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq www.cnpq.br/programas/coopint/pec-pg.htm
CELPE-BRAShttp://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12270&ativo=519&Itemid=518
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domingo, 7 de junio de 2009
viernes, 6 de marzo de 2009
PAINEL SOBRE A CRISE FINANCEIRA NO MUNDO
Parabens pela entrevista. Somos da UNIVERSIDADE DA AMAZÕNIA e estamos interessado em fazer contatos com DELFIM NETO para ser conferencista no PAINEL SOBRE A CRISE FINANCEIRA NO MUNDO, mais particularmente o impacto da crise norteamericana sobre a economia mundial e a ecnomia brasileira.Se tiverem o email, ou fone do Prof. Dr. DELFIM NETO nos remetam por gentileza.prof.jose stenio - UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA.o eveto será no dia 21.10.2008 ou 22.10.2008 ou em data adquada à agenda do prof. DELFIM NETO.fone: 021.91.9902.6178fone da coordenação do curso de economia da UNAMA - 021.91.4409.9351
jueves, 1 de enero de 2009
NOVA ORTOGRAFIA DA LINGUA PORTUGUESA
1 de Janeiro de 2009 - 12h07 - Última modificação em 1 de Janeiro de 2009 - 13h28
Confira as principais regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa Morillo Carvalho Repórter da Agência Brasil
Brasília - Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa essas são as novas formas de se escrever. O documento unifica o idioma em todos os países que o adota e começa a valer hoje (1º) no Brasil. Até dezembro de 2012, a forma atual também é aceita. O resumo tem como colaboradora a professora Stella Bortoni, linguista da Universidade de Brasília (UnB). Confira:ALFABETOHoje tem 23 letras, agora passa a ter 26. O k, w e y voltam ao alfabeto oficial, porque o acordo entende que é um contra-senso haver nomes próprios e abreviaturas com letras que não estavam no alfabeto oficial (caso de kg e km). Além disso, são letras usadas pelo português para nomes indígenas (as línguas indígenas são ágrafas, mas os linguistas estudiosos desses idiomas assim convencionaram). Na prática: nenhuma palavra passa a ser escrita com essas letras - "quilo" não passa a ser "kilo" - por serem "pouco produtivas" ao português, na opinião da linguista.SOMEM DA ORTOGRAFIATrema: somem de toda a escrita os dois pontos usados sobre a vogal "u" em algumas palavras, mas apenas da escrita. Assim, em "linguiça", o "ui" continua a ser pronunciado. Exceção: nomes próprios, como Hübner.Acento diferencial: também desaparecem da escrita. Portanto, pelo (por meio de, ou preposição + artigo), pêlo (de cachorro, ou substantivo) e pélo (flexão do verbo pelar) passam a ser escritos da mesma maneira. Exceções: para os verbos pôr e pode - do contrário, seria difícil identificar, pelo contexto, se a frase "o país pode alcançar um grande grau de progresso" está no presente ou no passado.Acento circunflexo: Desaparece nas palavras terminadas em êem (terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo de crer, ver, dar...) e em oo (hiato). Caso de crêem, vêem, dêem e de enjôo e vôo.Acento agudo:1 - Nos ditongos abertos éi e ói, ele desaparece da ortografia. Desta forma, "assembléia" e "paranóia" passam a ser assembleia e paranoia. No caso de "apóio", o leitor deverá compreender o contexto em que se insere – em "Eu apoio o canditato Fulano", leia-se "eu apóio", enquanto "Tenho uma mesa de apoio em meu escritório" continua a ser escrito e lido da mesma forma.2 - Desaparecem no i e no u, após ditongos (união de duas vogais) em palavras com a penúltima sílaba tônica (que é pronunciada com mais força, a paroxítona). Caso de feiúra.USO DO HÍFENDeixa de existir na língua em apenas dois casos:1 - Quando o segundo elemento começar com s ou r. Estas devem ser duplicadas. Assim, contra-regra passa a ser contrarregra, contra-senso passa a ser contrassenso. Mas há uma exceção: se o prefixo termina em r, tudo fica como está, ou seja, aquela cola super-resistente continua a resistir da mesma forma.2 - Quando o primeiro elemento termina e o segundo começa com vogal. Ou seja, as rodovias deixam de ser auto-estradas para se tornarem autoestradas e aquela aula fora do ambiente da escola passa a ser uma atividade extraescolar e não mais extra-escolar.EM PORTUGALCaem o "c" e o "p" mudos, como "óptimo" e "acto". Passam a ser grafadas como o Brasil já fazia. Palavras como "herva" e "húmido" também passam a ser escritas como aqui: erva e úmido.
Confira as principais regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa Morillo Carvalho Repórter da Agência Brasil
Brasília - Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa essas são as novas formas de se escrever. O documento unifica o idioma em todos os países que o adota e começa a valer hoje (1º) no Brasil. Até dezembro de 2012, a forma atual também é aceita. O resumo tem como colaboradora a professora Stella Bortoni, linguista da Universidade de Brasília (UnB). Confira:ALFABETOHoje tem 23 letras, agora passa a ter 26. O k, w e y voltam ao alfabeto oficial, porque o acordo entende que é um contra-senso haver nomes próprios e abreviaturas com letras que não estavam no alfabeto oficial (caso de kg e km). Além disso, são letras usadas pelo português para nomes indígenas (as línguas indígenas são ágrafas, mas os linguistas estudiosos desses idiomas assim convencionaram). Na prática: nenhuma palavra passa a ser escrita com essas letras - "quilo" não passa a ser "kilo" - por serem "pouco produtivas" ao português, na opinião da linguista.SOMEM DA ORTOGRAFIATrema: somem de toda a escrita os dois pontos usados sobre a vogal "u" em algumas palavras, mas apenas da escrita. Assim, em "linguiça", o "ui" continua a ser pronunciado. Exceção: nomes próprios, como Hübner.Acento diferencial: também desaparecem da escrita. Portanto, pelo (por meio de, ou preposição + artigo), pêlo (de cachorro, ou substantivo) e pélo (flexão do verbo pelar) passam a ser escritos da mesma maneira. Exceções: para os verbos pôr e pode - do contrário, seria difícil identificar, pelo contexto, se a frase "o país pode alcançar um grande grau de progresso" está no presente ou no passado.Acento circunflexo: Desaparece nas palavras terminadas em êem (terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo de crer, ver, dar...) e em oo (hiato). Caso de crêem, vêem, dêem e de enjôo e vôo.Acento agudo:1 - Nos ditongos abertos éi e ói, ele desaparece da ortografia. Desta forma, "assembléia" e "paranóia" passam a ser assembleia e paranoia. No caso de "apóio", o leitor deverá compreender o contexto em que se insere – em "Eu apoio o canditato Fulano", leia-se "eu apóio", enquanto "Tenho uma mesa de apoio em meu escritório" continua a ser escrito e lido da mesma forma.2 - Desaparecem no i e no u, após ditongos (união de duas vogais) em palavras com a penúltima sílaba tônica (que é pronunciada com mais força, a paroxítona). Caso de feiúra.USO DO HÍFENDeixa de existir na língua em apenas dois casos:1 - Quando o segundo elemento começar com s ou r. Estas devem ser duplicadas. Assim, contra-regra passa a ser contrarregra, contra-senso passa a ser contrassenso. Mas há uma exceção: se o prefixo termina em r, tudo fica como está, ou seja, aquela cola super-resistente continua a resistir da mesma forma.2 - Quando o primeiro elemento termina e o segundo começa com vogal. Ou seja, as rodovias deixam de ser auto-estradas para se tornarem autoestradas e aquela aula fora do ambiente da escola passa a ser uma atividade extraescolar e não mais extra-escolar.EM PORTUGALCaem o "c" e o "p" mudos, como "óptimo" e "acto". Passam a ser grafadas como o Brasil já fazia. Palavras como "herva" e "húmido" também passam a ser escritas como aqui: erva e úmido.
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